Tinha os cabelos cor de trigo, os olhos bem redondos marcados de lápis preto e rímel, tinha o nariz expressivo, a pele branca, era bonita, por vezes duvidava, por vezes o lápis escorria junto as lagrimas. Como já disse, ela era muito feliz, não só na infância. Era aquelas pessoas que riem alto, querem marcar presença, era meiga e queria ser toda independente, na realidade a raiva dela era essa, ser uma pessoa alto-astral, uma pessoa feliz como as outras, e depois ser derrubada de surpresa. A raiva era essa, não ser mais só sorrisos, e ter aquele tipo de tristeza sem nome, o que antes só tinha alguma dor de cotovelo, uma raiva passageira e dramática, uma lagrima de saudade do menino escolhido. Ela passou algum tempo com ele, e outro longo tempo alimentando essa paixão, mas morrendo de fome. Só que o motivo, na real, não era ele, nem outro, nem nenhum. O motivo mesmo, era aquele que já disse no começo “eu não sabia o real motivo.”
Mas vou-lhes contar um novo segredo: ela com o tempo aprendeu a ver todos os motivos. E também deixar de jogar a culpa em tudo: no vizinho, no cupido, naquela tarde que não deveria ter entrado no calendário. Ela aprendeu que a culpa se construiu aos poucos, e rasgou o véu com imediatismo. Ela aprendeu a ver que a culpa era aquela megera sim, mas não podia mais jogar em ninguém ou alguém. A culpa era os anos alimentando pensamentos loucos, sem lógica, que só ela sabia, e conhecia bem. A culpa era de tudo isso que foi acumulando... a culpa na realidade era de tudo, de tudo e de todos, que passavam por ela e ficavam, pagavam pedágio e ficavam ali, mais tempo do que deveria. A culpa era não jogar fora as dores, a culpa era tudo isso, que parecia inofensivo e depois mostrou a cara. E fez todo o estrago.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
daqui, te amo.
A lua protege nosso sono, eu aqui, você ai.
Quantos poemas e luas e amores foram vistos e vividos em cada canto, cada página.
Os passos de quem se amou, passou por aqui, estão grudados nas calçadas, juntando com outros milhões de passos. As passagens seguem. . .
E mesmo cego se vê.
Sentindo o braile nas calçadas, sentindo o sol no rosto, e o calor dessa segunda-feira.
Não é toda noite que a lua vem assim, mansa e singela, eu aqui, você ai.
Guardando cada vontade, saudade, querer está junto, para amanhã e depois, e até quando existir amor.
Até quando o sol avise, ou a calçada, ou o protesto. Qualquer sinal que mostre que mesmo cego se vê, e mesmo calado, cansado, longe ou invisível, se ama.
Quantos poemas e luas e amores foram vistos e vividos em cada canto, cada página.
Os passos de quem se amou, passou por aqui, estão grudados nas calçadas, juntando com outros milhões de passos. As passagens seguem. . .
E mesmo cego se vê.
Sentindo o braile nas calçadas, sentindo o sol no rosto, e o calor dessa segunda-feira.
Não é toda noite que a lua vem assim, mansa e singela, eu aqui, você ai.
Guardando cada vontade, saudade, querer está junto, para amanhã e depois, e até quando existir amor.
Até quando o sol avise, ou a calçada, ou o protesto. Qualquer sinal que mostre que mesmo cego se vê, e mesmo calado, cansado, longe ou invisível, se ama.
terça-feira, 8 de março de 2011
Um vazio sem gosto no fim do mundo.
Vagueava com a vista no horizonte trêmulo, sem cor alguma, cambaleava os passos na esquina de pedra cinza, e assim percebi que o céu também se acinzentava depressa. Caía as lágrimas fortes até o chão duro, e como uma pedra chegava a fazer barulho. Não havia gosto, nem cheiro, nem sentido. Até que quis, mas não tinha forças nem tempo suficiente pra pensar em ir pra algum lugar, direção exata nenhuma adiantaria, lugar nenhum no planeta frágil reconstituiria um coração despedaçado. A outra nuvem gritava um trovão ríspido.
O mundo inteiro em mim alarmou o desastre que se fez naquele fim de tarde, mas confesso que percebi, mesmo com a vista embaçada, que parece que nenhum ser vivo do planeta sentia igual a mim, até parece que o mundo não tinha mudado. Eu juro por Deus que as árvores estavam com a mesma tonalidade de sempre, mesmo que nada mais no mundo fizesse o mesmo sentido de antes. Era duro afirmar, mas nenhuma casa havia saído do lugar, os pássaros ainda voavam por todas as direções, mas eu juro que vomitaria o mundo inteiro, mesmo ainda imenso, eu digo isso, porque meu estomago embrulhava feito dor de parto. E, pra concluir, eu resumia o mundo inteiro naquela hora covarde em que você partiu normalmente, mas nenhum dos meus sentidos nunca entenderia. Eu nunca vou esquecer que as cinco e trinta e três da tarde você me deu as costas, nem sequer deu uma explicação convincente, não disse que meu amor era besta, não disse que era por causa do meu corpo, ou rosto, voz, olhar, soluço, mas eu tentava buscar algum sentido lógico de tudo isso, eu não mentiria pra mim mesma, nem pra ninguém. Mas, naquela tarde, um oco em mim se fez, e foi tudo isso que me tornou inodora, incolor e insípida.
O mundo inteiro em mim alarmou o desastre que se fez naquele fim de tarde, mas confesso que percebi, mesmo com a vista embaçada, que parece que nenhum ser vivo do planeta sentia igual a mim, até parece que o mundo não tinha mudado. Eu juro por Deus que as árvores estavam com a mesma tonalidade de sempre, mesmo que nada mais no mundo fizesse o mesmo sentido de antes. Era duro afirmar, mas nenhuma casa havia saído do lugar, os pássaros ainda voavam por todas as direções, mas eu juro que vomitaria o mundo inteiro, mesmo ainda imenso, eu digo isso, porque meu estomago embrulhava feito dor de parto. E, pra concluir, eu resumia o mundo inteiro naquela hora covarde em que você partiu normalmente, mas nenhum dos meus sentidos nunca entenderia. Eu nunca vou esquecer que as cinco e trinta e três da tarde você me deu as costas, nem sequer deu uma explicação convincente, não disse que meu amor era besta, não disse que era por causa do meu corpo, ou rosto, voz, olhar, soluço, mas eu tentava buscar algum sentido lógico de tudo isso, eu não mentiria pra mim mesma, nem pra ninguém. Mas, naquela tarde, um oco em mim se fez, e foi tudo isso que me tornou inodora, incolor e insípida.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Cheguei ao colégio, sempre em cima da hora, derrubando o caderno no chão, recuperando as folhas de papel atiradas por todos os lados, ergui a cabeça e continuei andando, falei um “oi” apressado pro zelador, entrei na sala, sentei na cadeira e continuei com a bolsa carteira em volta de mim (engraçado que todos perguntavam o porquê disso, eu não largava minha bolsa pra encostar-me na cadeira por nada no mundo). Abri o caderno e dei de cara com duas letras garrafais rabiscadas dentro de um coração, eu nem recordava quando tinha desenhado aquilo. Ver a letra “D” do seu nome do lado do meu me fez voltar no último dia que dei de cara com você no corredor, não que fosse fácil te esquecer, ou ter que fazer esforço pra lembrar. Lembro que arrisquei um “oi” encabulado, era incrível como você não precisava dizer nada, seus olhos diziam tanto, era estranho, nunca conheci olhos mais vivos em nenhuma outra parte do mundo. Não que eu tivesse ido longe, só algumas cidades na mesma região que a minha. Bem, voltando aos seus olhos, não havia nada que eu pudesse lembrar, ou ver, senão aquele pedaço de mundo redondo e brilhante. A vida parecia isso, minha vida girava em torno das suas pupilas, pálpebras, Íris, ou qualquer coisa que tivesse ligação com seus olhos castanhos. Trocar um “oi” com você, te ver no intervalo, esperar a aula acabar, esbarrar com você na hora da saída, esperar pela manhã seguinte, e te ver de novo, meus dias se resumiam a isso, te ver, pensar em te ver, sonhar em ficar com você, e qualquer coisa que tivesse ligação entre nós, que fosse mais que a primeira letra do meu nome do lado da sua num papel antigo que eu mesma escrevi. Até que voltei ao planeta terra com o berro do professor de matemática (era típico da minha parte andar sonhando com você e ser surpreendida por alguém). Nessa manhã eu preferia não ter ido pra escola, preferia passar o resto da vida abraçando o travesseiro, preferia ter acordado com dor na barriga, ter sido internada num hospital, preferia ter perdido o ônibus, caído na lama, rasgado o tênis, qualquer coisa no mundo que não fosse correr as 09h30min da manhã pra dar de cara com seu rosto perfeito, e ser surpreendida tendo que desmontar todas as histórias lindas e perfeitas que imaginei sobre nos dois, e que se estraçalharam entre sua mão segurando a dela, e o beijo que ela te deu. E as partes vivas que restaram de mim se resumiram apenas as minhas anotações manchadas no caderno com as lágrimas que agora, era a única coisa que selava o “eu e você”.
ESSE TEXTO É MERAMENTE FICTÍCIO!!!! ;)
ESSE TEXTO É MERAMENTE FICTÍCIO!!!! ;)
domingo, 6 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
sobre o candelabro
O dia parava atordoado sobre a terra de chão firme. Muitas montanhas escaladas, muitos sonos sufocado e já se chegava a outra manhã, não menos apressada. Nem sequer recolhia os pedaços sobrados do dia anterior, tava tudo ali, acumulado, pedaços e pedaços de desculpas não dadas, de frases pela metade, ou de frases que foram soletradas alem do que era pra se dizer. Rotina, trabalho, relacionamento, amigos, comida, bebida, mas o que mais me pesava era as mãos de Deus, leves de cima pra baixo, leves d’ele pra mim, mas para mim, na minha vida, palmas, socos e adeus. O que eu queria de fato, era me agarrar no abraço, que nunca, em nenhum segundo sequer, me afrouxasse de Deus.
Ouvia as pisadas. Alarme falso, Deus não chegava nunca! Chegava a suar de tanta suplica! Gritava por todos os lados, cada hora em uma parte diferente da casa. No quarto, na sala, desesperada procurando lugar. Corria por todos os cantos, subia no telhado, o chão estava abrindo. E me via caindo a metros e metros abaixo. Gritava, gritava. E nada de Deus aparecer. Será que não ouvia? Ou será se minha vida, sufocada de palavras, não me permitia escuta-lo?
Ouvia as pisadas. Alarme falso, Deus não chegava nunca! Chegava a suar de tanta suplica! Gritava por todos os lados, cada hora em uma parte diferente da casa. No quarto, na sala, desesperada procurando lugar. Corria por todos os cantos, subia no telhado, o chão estava abrindo. E me via caindo a metros e metros abaixo. Gritava, gritava. E nada de Deus aparecer. Será que não ouvia? Ou será se minha vida, sufocada de palavras, não me permitia escuta-lo?
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
O amor maior do mundo
O amor maior do mundo acabou
Mudou de endereço e estado
O amor maior do mundo se mostrou ódio
Se mostrou pouco, muita embalagem para pouco presente
Se transformou em dor, a melhor rima. . .
Perdeu a cor, o tom, o sorriso largo.
O amor maior do mundo era pouco,
Roto e vagabundo
Era mãos dadas, agora é chão aberto
Fim do mundo
Sem chão, só não, e é surdo
Não quer ouvir, não quer saber, é memória fraca
Pra um.
Pro outro,
Saudade amarga, pensamento fixo, lágrima azeda
É porto inseguro
Porta trancada
Viagem sem rumo
O amor maior do mundo mudou
Abraçou a si
Dor grande, buraco fundo
O amor maior do mundo é outro
Diferente, endereço igual
A mesma letra, o mesmo tom de pele, o mesmo sorriso torto
Até de nome mudou,
O amor maior do mundo, agora é único, é “amor-próprio”.
p.s: caaaalma, é só uma poesia, não passei por isso! rsrs
Mudou de endereço e estado
O amor maior do mundo se mostrou ódio
Se mostrou pouco, muita embalagem para pouco presente
Se transformou em dor, a melhor rima. . .
Perdeu a cor, o tom, o sorriso largo.
O amor maior do mundo era pouco,
Roto e vagabundo
Era mãos dadas, agora é chão aberto
Fim do mundo
Sem chão, só não, e é surdo
Não quer ouvir, não quer saber, é memória fraca
Pra um.
Pro outro,
Saudade amarga, pensamento fixo, lágrima azeda
É porto inseguro
Porta trancada
Viagem sem rumo
O amor maior do mundo mudou
Abraçou a si
Dor grande, buraco fundo
O amor maior do mundo é outro
Diferente, endereço igual
A mesma letra, o mesmo tom de pele, o mesmo sorriso torto
Até de nome mudou,
O amor maior do mundo, agora é único, é “amor-próprio”.
p.s: caaaalma, é só uma poesia, não passei por isso! rsrs
terça-feira, 19 de outubro de 2010
o filme Comer Rezar Amar
hoje assisti o Filme 'Comer rezar amar' depois de mta luta fui ao cinema: UMA MERDA!!
PÉSSIMO FILME! todo mundo fala que livro é melhor que filme mesmo, mas meu Jah, o que era aquilo?! p-e-s-s-i-m-o. não recomendo, quem não leu o livro mais ainda, pq vai ficar com uma pessima impressão dos dois! :P e o livro é perfeito.
PÉSSIMO FILME! todo mundo fala que livro é melhor que filme mesmo, mas meu Jah, o que era aquilo?! p-e-s-s-i-m-o. não recomendo, quem não leu o livro mais ainda, pq vai ficar com uma pessima impressão dos dois! :P e o livro é perfeito.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
do livro Comer, Rezar, Amar

Eu ainda não assisti o Filme. Oo mas o livro é perfeito, li no mês de março. ; )
Motivos para ler, comer, rezar e amar.
No mês de março ganhei de presente um livro do qual já ouvi vários elogios. Você com certeza já deve ter ouvido falar, e sei que muitas pessoas fogem das prateleiras de livros conhecidos, e eu acho que sou uma delas, que nem se quer leu o Código da Vinci. Mas desde uma das primeiras páginas ‘Comer Rezar Amar’ me chamou atenção por um motivo bem pessoal.
Logo na página 10 do livro (que na verdade é a segunda) a autora falava sobre sua experiência de sorte e azar com números, especialmente fala sobre o número 3 que como ela mesmo lembra, representa religiosamente o equilíbrio supremo, e explica que na cultura oriental assim como o ‘japa mala’ (que aqui no ocidente se tornou o famoso terço) estruturou seu livro em 108 relatos( número de contas que há nesse instrumento de oração, um perfeito múltiplo de 3). dividido em 36 historias cada parte e em 3 países do qual visitou.
No momento que li isso meu coração deu um salto de êxtase e calma. Para quem me conhece não é de se espantar que isso logo me chamou atenção. Mas tive um outro forte motivo, já que especialmente esse mês estava espantada e impressionada com números. Bom e como incrível coincidência ganhei esse livro de aniversario (nasci no dia 3 do mês 3, e esse ano de 2010 cuja soma é 3, completo 21 anos cuja soma também é 3).
Deixando os números (um pouco) de lado quero lhe dar 3 básicos motivos para ler ‘Comer rezar amar’.
Primeiro: Achei bem relevante a forma como a Liz Gilbert escreve. Dou um 10 para quem escreve com transparência, sem mascaras, e outro 10 para escritores detalhistas. Segundo: ela nos faz refletir bem sobre nossas escolhas, e esta me ajudando também na infinita busca por mim mesma. Em uma parte do livro ela descreve numa conversa com um amigo que cada país e pessoa deve ser descrito por uma palavra, exemplifica que Roma descreveria-se (sexo), Nápoles do sul da Itália, (briga). Então passei um bom tempo tentando encontrar que palavra me definiria e lembrei de duas palavras que quis tatuar no braço: equilíbrio e liberdade. Tenho por essas 2 palavras uma grande Busca. (Tente você encontrar que palavra lhe definiria, uma forma bem simples de entrar em contato com sua verdade, com ou sem mistificações ou exagero)
E o terceiro motivo seria porque comer, rezar e amar são 3 coisas essenciais na nossa vida.
Comer, por ser vital para o nosso corpo. Lis descreve no livro sua buscar por prazer através do paladar na sua viagem para Itália.
Rezar deve ser um exercício diário pelo encontro de sua paz interior, tal qual na sua relação com o divino, até mesmo para os ateus que sem duvida também tem fé no futuro e na vida, e também buscam alguma coisa. E através disso ‘honrar a divindade que existe em si.’
Amar porque deve ser uma busca e um encontro, e como diz uma frase que li e muito estimo ‘Amor é nosso estado natural quando não optamos pela dor, pelo medo ou pela culpa.
E porque ler deve ser um exercício diário para comunicar-se com o mundo externo (ou interno), um exercício que pode te levar a conhecer pessoas, mundos, dores, opiniões, fatos, países, tendo apenas palavras em mãos.
Enfim, e como Lis me fez pensar: que nada disso seja em vão.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
50 anos de Renato Russo.

dãã, não da pra copiar o link =/
vou colocar o texto mesmo, mas é antigo!!
Não foi a toa que no final do mês de março, o Brasil foi coberto por homenagens ao cantor e compositor Renato Manfredini Junior. Nascido em 1960, Renato Russo completaria no dia 27 de março, 50 anos. Influenciou gerações, influenciou o rock, influenciou meninos e meninas, pintou calçadas com gís em melodias jamais esquecidas.
Para comemorar a data em que nasceu, Renato lotou a mídia e as casas de shows, com tributos e programas especiais, Altas Horas fez um especial, levando músicos que participaram da vida de Renato, dentre eles, Dado Villa-Lobos , Marcelo Bonfá, Dinho Ouro Preto, e bandas como Jota quest, Móveis Coloniais de Acaju, Cidadão Instigado, para cantar faixas de legião. O canal Multishow não ficou de fora, levou musicos de renome como Charlie Brown jr, Cidade Negra, Paulo Ricardo, Vanessa da Mata, Nasi, Plebe Rude, Biquini Cavadão, Detonautas, Capital Inicial, para homenagiar Renato.
A cidade de Teresina também contou com a homenagem, na quarta –feira 31 de março, no Palácio da Musica. O musico Aislan Leal fez o tributo a Renato Russo, se apresentou como Renato "Eu sou o Renato Russo Eu escrevo as letras, eu canto
Nasci no dia 27 de março, eu tenho 23 anos
E sou Áries e ascendente em Peixes
Eu trabalhava com Jornalismo, rádio, era professor de Inglês também
e comecei a trabalhar com 17 anos e tudo
Mas só que de repente tocar Rock era uma coisa que eu gostava mais de fazer
E como deu certo eu continuo fazendo isso até hoje" descrição da qual Renato usou no CD ‘Uma Outra Estaçao’. No repertorio, Aislan misturou musicas de cada Cd, ( a banda lançou mais de 10 discos, dentre eles, coletâneas, álbuns ao vivo, um CD com músicas em italiano, nomeado ‘Equilibrio Distante’, Aislan surpreendeu o publico cantando assim como Renato, em Inglês e italiano.
O ‘Jornal da Globo’ também fez menção ao músico, na coluna de Nelson Mota, que descreveu Renato como ‘um dos artistas mais talentosos e carismáticos da música brasileira. Renato foi tão cultuado que se transformou em um personagem messiânico para multidões de fãs ,era culto, sofisticado e solitário’
Muitas outras homenagens foram direcionadas ao poeta do rock ao longo dos anos, livros bibliográficos publicados como: ‘O Trovador Solitario’, ‘Renato Russo de A a Z’, ‘Renato Russo, o Filho da Revoluçao’ são apenas um arquivo escrito de como o musico foi importante, especialmente na época da ditadura militar influenciando multidões de fãs. No ano de1978 Renato foi direcionando sua carreira de musico, primeiramente com a banda ‘Aborto Eletrico’ e em seguida com sua carreira solo, e finalmente consolidou sua carreira com a Legião Urbana, juntamente a Dado Villa-Lobos , Marcelo Bonfá, e Renato Rocha.
Renato Russo, em suas canções, falou de amor, de guerra, de paz, da ditadura, de esperança, de atrocidades, de sexualidade, do governo Collor, de suicídio, de opressão, de Eduardo e Mônica. Independente do assunto sua letras eram recheada com lirismo, adorava inglês, cantava também em inglês, era melancólico e místico, é considerado gênio por muitos, era sensível, Renato era polêmico, critico, corajoso, tinha inteligência intrigante. Renato é eterno, e sem duvida se perpetuará, com merecimento o ‘Poeta do Rock’, por mais 12, 50, 100 anos, impressionando e sendo admirado, louvado, por outras novas gerações.
Renato Russo
o link de um textinho antigo sobre meu idolo ^^
http://exerciciodenoticia.blogspot.com/2010/04/50-anos-de-renato-russo.html
http://exerciciodenoticia.blogspot.com/2010/04/50-anos-de-renato-russo.html
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